Para que os programas de transferência social terem um impacto significativo na qualidade de vida dos pobres, é necessário um compromisso fiscal claro. Isto significa que os governos que os implementam devem muitas vezes estar preparados para aumentar recursos disponíveis e, em alguns casos, para redireccionar recursos existentes para programas de transferência social. Esses programas deveriam ser financiados por impostos mas em países de baixa renda, onde os recursos domésticos são limitados, é também necessário apoio de doadores, em particular nas etapas iniciais. O financiamento de transferências sociais está estreitamente ligado à vontade política para implementar esses programas: onde os programas de transferência sociais gozam de apoio político aos níveis mais altos, são alocados recursos suficientes nos orçamentos nacionais.
